Dor no peito: nem sempre é sinal de infarto!

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A dor no peito, na maior parte das vezes, pode estar relacionada com excesso de gases, problemas respiratórios, crises de ansiedade ou fadiga muscular. Porém, esse tipo de dor é um importante sinal de infarto, especialmente para pessoas que já possuem uma pré-disposição, por isso saber diferenciar essas dores é fundamental.

Excesso de gases:

O acúmulo de gases no intestino pode empurrar alguns de nossos órgãos abdominais, criando as dores na região do tórax.

Geralmente é uma dor em pontada aguda, que desaparece e volta a surgir repentinamente, em especial quando nos dobramos sobre a barriga.

Ansiedade e estresse:

A dor causada pela ansiedade ou excesso de estresse, promovem de um aumento da tensão muscular nas costelas, que em conjunto com os batimentos cardíacos acelerados, provocam uma sensação de dor no peito.

Normalmente essa dor é acompanhada de outros sintomas, como respiração rápida, excesso de transpiração, náuseas, batimento cardíaco acelerado e alterações no funcionamento do intestino.

Dor muscular:

As lesões musculares são muito comuns no dia a dia, seja para quem se exercita regularmente ou por atividades simples, como tossir muito ou pegar um objeto pesado. Essas situações podem contrair os músculos, resultando em inflamação e dor.

A dor muscular pode piorar ao respirar ou ao rodar o tronco para olhar para trás, por exemplo.

Infarto:

O infarto, embora seja a primeira preocupação quando sentimos dores no peito, normalmente é uma causa rara. Sua ocorrência é mais comum em pessoas com pressão alta, colesterol elevado, diabetes, fumantes ou pessoas com idade superior a 45 anos.

A dor do infarto é mais localizada no lado esquerdo do peito, em forma de aperto, podendo irradiar para um dos braços ou mandíbula, causando uma sensação de formigamento.

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