Saiba como prevenir o AVC!

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O Acidente Vascular Cerebral ou “derrame cerebral”, ocorre quando há um entupimento ou o rompimento dos vasos que levam sangue ao cérebro provocando uma isquemia da área cerebral que ficou sem circulação sanguínea adequada. A cada ano, estima-se que 100 mil mortes sejam causadas por Acidente Vascular Cerebral (AVC) no Brasil, de acordo com dados atuais do Ministério da Saúde.

O AVC pode ser causado por diferentes casos, sendo eles:

Isquêmico: este tipo de derrame é proveniente do entupimento de uma ou mais artérias, interrompendo o fluxo sanguíneo em algumas regiões do cérebro e interferindo nas funções neurológicas. As causas principais são tromboses e embolias. Esse tipo é mais frequente em pessoas idosas. Colesterol alto, diabetes, hipertensão arterial, arteriosclerose e cigarro estão entre as causas mais comuns.

Hemorrágico: neste caso, o acidente vascular é causado pelo rompimento de uma artéria, veia ou aneurisma( dilatação exacerbada de um vaso), resultando em um sangramento local ou difuso que pode causar uma hemorragia, aumento da pressão intracraniana e inchaço cerebral ( edema ).

Esse problema que pode atingir de pessoas mais jovens até idosos, é causado por pressão arterial não controlada, problemas na coagulação e fatores genéticos. É o modo mais grave da doença, porém é a menos decorrente, acomete em média de 20% dos pacientes.

Os sintomas são súbitos, portanto quando surgem é porque o AVC já está ocorrendo. Eles podem variar de acordo com a lesão do paciente e a área do cérebro atingida. Dentre os sintomas, os mais decorrentes são:

Alteração da sensibilidade ou sensação de formigamento nos membros de um dos lados do corpo, dores de cabeça intensa e súbita, perda repentina do equilíbrio e vertigem, dificuldade para falar, impossibilidade de compreender o que outros estão falando, náuseas e vômito, perda rápida da visão em um ou nos dois olhos, falta de força nos membros de um ou ambos lados do corpo.

Poucas das causas de AVC não podem ser modificadas, como idade e predisposição genética. Porém, a maior parte dos fatores de risco pode ser evitada, identificada precocemente e tratada, como a hipertensão arterial, o diabetes, a obesidade e doenças cardíacas. Alguns hábitos comportamentais também são considerados fatores de risco para o AVC, como o sedentarismo, o consumo de álcool, o tabagismo e o estresse.

Ao identificar um dos sintomas, é imprescindível que o paciente seja imediatamente encaminhado a um recurso de emergência, porque quanto mais rápido for feito o atendimento, menor será o risco de sequelas.

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