O que fazer em uma crise de enxaqueca?

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Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), cerca de 47% da população adulta do mundo sofre de enxaqueca. A doença, que é um distúrbio crônico, pode render crises que duram dias e impedem a realização das tarefas cotidianas.

Não existe um tratamento específico para a enxaqueca, no entanto, existem várias formas de aliviar a dor, que dependem da causa da enxaqueca e da intensidade dos sintomas. O que fazer em uma crise de enxaqueca?

 

Saiba o que desencadeia uma crise

Saiba que os gatilhos para uma crise são diferentes em cada pessoa, bem como os fatores que ajudam a amenizar os sintomas. Os desencadeantes de uma crise podem ser alimentos, estresse, alterações do sono, jejum, estado climático, alterações hormonais e muitos outros, alertam especialistas.

 

Aplicar gelo na área dolorida

Especialistas recomendam fazer a prática por 15 a 20 minutos e esperar um pouco. Se necessário, repita o procedimento. É muito comum, nos casos de enxaqueca crônica, que se aplique gelo na parte de trás do pescoço.

Aja rápido

A maioria das medidas que você pode tomar para minimizar a enxaqueca funcionarão melhor se forem realizadas logo que surgirem os sintomas. Por exemplo: algumas crises respondem bem a medicamentos administrados nas primeiras duas horas, e podem não demonstrar nenhuma melhora se o medicamento for usado depois disso.

 

Ficar em um ambiente escuro

Foi comprovado por pesquisadores de Harvard e da Universidade de Utah, nos Estados Unidos, que a luz, a partir da retina, ativa certos neurônios no cérebro que se conectam a outros que transportam a informação da dor, resultando no aumento da dor.

Massagem

Realizar massagens no couro cabeludo, testa e maçãs do rosto é eficaz contra crises de enxaqueca. Pressionar a têmpora na região onde a dor é mais intensa para impedir ao máximo que a dor se espalhe para outras regiões da cabeça é uma forma rápida de amenizar as dores da enxaqueca.

 

 Atente-se

É importante lembrar que não é aconselhado tomar remédios por conta própria, principalmente no caso de pacientes que sofrem de enxaqueca. No entanto, antes de iniciarmos um tratamento para crises mais prolongadas, é preciso saber se o diagnóstico está correto e qual o fator desencadeante dela.

 

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