Dormir bem é importante. Por que?

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Todo mundo sofre depois de uma noite mal dormida: o dia seguinte não rende como deveria, não conseguimos prestar atenção nas coisas, ficamos de mau humor e, em alguns casos, com dor de cabeça, fora a dureza que é levar um dia inteiro sentindo cansaço extremo. Afinal, qual a real importância de dormir? Saiba em nosso post!

 

O sono é mais importante do que você pensa

Enquanto dormimos, ocorre a consolidação da memória, permitindo um melhor aprendizado e desempenho na escola e no trabalho. Além disso, é principalmente durante o sono que os tecidos do corpo são reparados, facilitando a cicatrização de feridas, a recuperação dos músculos e o fortalecimento do sistema imune.

 

Enquanto dormimos o cérebro trabalha

E também é durante o sono que ocorre no cérebro uma verdadeira faxina. As conexões e toxinas indesejadas são limpas para que tudo volte a funcionar bem. Dormir pouco pode atrapalhar este processo, e a médio ou longo prazo as consequências virão.

 

Os hormônios também são liberados durante o sono, o do crescimento, por exemplo, é ativado logo na primeira hora em que estamos dormindo e é fundamental para nos proporcionar vigor físico além, logicamente, do crescimento para os mais novos.

 

Quando a noite de sono é considerada boa?

Para uma noite de sono ser considerada boa, no entanto, é preciso quantidade e qualidade, em média, os adultos que não têm problemas de sono dormem cerca de 7 horas ou 7 horas e meia por noite, mas alguns podem precisar de mais tempo do que outros. Uma dica é planejar o sono, ou seja, ter horários regulares para dormir e acordar, inclusive aos finais de semana.

 

Distrações não são bem vindas nessa hora

O uso de celulares, tablets, videogames e computadores podem entreter demais seus usuários, de modo que não percebam a hora passar e permaneçam madrugada adentro perdendo preciosas horas de descanso, o que claramente afeta seu desempenho no dia seguinte.

 

Afinal, dormir mal realmente piora a memória?

Quando não se dorme o tempo suficiente, a atividade cerebral torna-se instável, o que provoca um aumento da atividade elétrica e um bloqueio no mecanismo que possibilita às ligações neuronais “reiniciarem”. Estas consequências traduzem-se numa maior dificuldade para reter novas memórias.

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