Como funciona o exame toxicológico?

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No exame toxicológico é possível detectar qualquer tipo de droga seja ela depressiva, alucinógena ou estimulante, ou seja, desde maconha, êxtase, até o mais simples rebite, muito utilizado por caminhoneiros para prolongar as viagens sem precisar ter uma noite de sono.

Tipos de exames toxicológicos

Exame toxicológico instantâneo: Parecidos com testes caseiros para gravidez, são baratos e rápidos, porém muito pouco confiáveis e com janela de detecção curta; Usam como base de teste fluídos corporais, como urina e suor.

Exame toxicológico laboratorial: É realizado em laboratórios a partir de amostras biológicas – queratina(cabelo ou pêlos), sangue, urina ou saliva. Caso o laboratório possua boas práticas técnicas o exame é confiável mas há de se considerar, no entanto, as limitações de cada tecnologia e refletir a respeito do uso do exame toxicológico.

Quais drogas são detectadas?

É possível detectar qualquer tipo de droga seja ela depressiva, alucinógena ou estimulante, ou seja, desde maconha, êxtase, até o mais simples rebite, muito utilizado por caminhoneiros para prolongar as viagens sem precisar ter uma noite de sono.

O que é melhor: exame de sangue, urina ou cabelos?

O sangue é o que propicia uma menor janela de detecção: Apenas algumas horas, no máximo um dia. O sangue é um tecido líquido que tem como uma das suas funções transportar toxinas para órgãos com funções excretoras, logo ele é desintoxicado mais rapidamente e por isso não é um bom material biológico para exames toxicológicos.

A urina funciona melhor, propiciando uma janela de detecção que vai de um a três dias para drogas hidrosolúveis (todas menos a maconha) até aproximadamente dez dias, no caso de consumo intenso de drogas liposolúveis (maconha).

A queratina (cabelos, pêlos e unhas) é, no entanto, a que propicia uma maior janela de detecção; Ocorre que quando uma droga é consumida ela vai para a corrente sanguínea e acaba por nutrir os bulbos capilares; Nesse momento pequenas quantidades de moléculas das drogas consumidas são “aprisionadas” pela estrutura de queratina que está sendo formada. Essas moléculas permanecem estáveis, independente do tempo, e podem ser pesquisadas com equipamento e processos técnicos avançados.

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